A nível de curiosidade é provável que na prova haja referência quanto a conferência das ONU que será realizada no Brasil de maneira mais específica no Rio de Janeiro 20(vinte) anos após a Rio92, agora deverá reforçar os compromissos firmados em tal encontro ver as evoluções obtidas e levantar discussões a respeito de temas polêmicos e fundamentais como por exemplo os direitos humanos envolvendo questões ambientais.
http://www.rio20.info/2012/
Este blog foi criado para facilitar a disponibilidade de conteúdos produzidos em sala e facilitar o aprendizado.
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29 de março de 2012
28 de março de 2012
Formulas de matemática
Quadrado
P=4a
A=a²
d²=b²+b²
Retângulo
A=b.h
P=2b+2h
d²=b²+h²
Triângulo retângulo
d²=b²+h²
A=b.h
2
Triângulo equilátero
h=a(raiz de)3
2
A=a²(raiz de)3
4
ap=a(raiz de)3
6
P=3a
Trapézio retângulo
A=(B+b)h
2
Trapézio isósceles
A=(B+b)h
2
circulo
d=2r
A=πr²
C=2πr
P=4a
A=a²
d²=b²+b²
Retângulo
A=b.h
P=2b+2h
d²=b²+h²
Triângulo retângulo
d²=b²+h²
A=b.h
2
Triângulo equilátero
h=a(raiz de)3
2
A=a²(raiz de)3
4
ap=a(raiz de)3
6
P=3a
Trapézio retângulo
A=(B+b)h
2
Trapézio isósceles
A=(B+b)h
2
circulo
d=2r
A=πr²
C=2πr
27 de março de 2012
Química (revisão)
Historia da quimica
A química teve seu incio a muito tempo podemos por como marco de inicio dela a pré-historia quando os primatas passaram a manipular os metais e a mistura-los. Depois tivemos relatos no Egito antigo com manipulação de vidros, tinturas, óleos essenciais, papel(papiro) e a maior exemplo de química na idade antiga o processo de mumificação. A china também teve seu papel nessa historia com vidro, pólvora e a porcelana, não podemos esquecer da Grecia com seus filósofos e a teoria dos quatro elementos.
Na idade media os alquimistas foram muito importantes.
A química teve seu incio a muito tempo podemos por como marco de inicio dela a pré-historia quando os primatas passaram a manipular os metais e a mistura-los. Depois tivemos relatos no Egito antigo com manipulação de vidros, tinturas, óleos essenciais, papel(papiro) e a maior exemplo de química na idade antiga o processo de mumificação. A china também teve seu papel nessa historia com vidro, pólvora e a porcelana, não podemos esquecer da Grecia com seus filósofos e a teoria dos quatro elementos.
Na idade media os alquimistas foram muito importantes.
Conteúdo de revisão de biologia
Queridos colegas o link a baixo contem o material utilizado nas aulas do pré-PAS da sexta-feira (23/03), lembrando que serve de revisão para a prova também.
http://www.4shared.com/file/TNxzRvwh/ECOLOGIA_PRE_PAS.html?
http://www.4shared.com/file/TNxzRvwh/ECOLOGIA_PRE_PAS.html?
22 de março de 2012
Mito da caverna (Platão)
O mito da caverna de uma forma atualizada!
Platão(427-347 a.C.) - foi um filósofo grego nascido em Atenas, na Grécia, e profundo admirador de seu mestre Sócrates, o principal personagem de sua obra, que vem majoritariamente na forma de diálogos filosóficos. Seu verdadeiro nome era Aristoclés, em uma homenagem ao seu avô.Platos significava, em grego largura, e é quase certo que seu apelido veio de sua constituição robusta, ombros e frontes largos: um porte físico forte e vigoroso que o fez receber homenagens por seus feitos atléticos na juventude. A excelência na forma física era apreciado ao extremo na Grécia Antiga, e ocupa um lugar central na educação ideal conjeturada por Sócrates e seus companheiros no diálogo A Republica - uma das principais obras de platão.
Exercícios:
(UFU 2000) A Alegoria da Caverna de Platão, além de ser um texto de teoria do conhecimento, é também um texto político. No sentido político, é correto afirmar que Platão sustentava um modelo:
A. ( ) Monárquico, cujo governo deveria ser exercido por um filósofo e cujo poder deveria ser absoluto, centralizador e hereditario.
B. ( ) Aristocrático, baseado na riqueza e que representava os interesses dos comerciantes e nobres atenienses, por serem eles os mecenas das artes, das letras e da filosofia.
C. ( ) Democrático, baseado, principalmente, na experiência política de governo da época de Péricles.
D. ( ) Aristocrático,cujo governo deveria ser confiado aos melhores em inteligência e me conduta ética.
E. ( ) N.D.A.
21 de março de 2012
Lista de Exercícios para Reforço do 1º e 2º anos médio
Olá Queridos alunos
Segue abaixo o link
para baixar a lista de exercícios para ser feita pelos alunos que foram
avisados em sala de aula. A lista é a mesma para os alunos do 1º e 2º
anos do médio. Imprima, estude e resolva as questões no CADERNO.
Marcarei em sala o dia do "visto" desta atividade
Abraço e tudo de bom
Professor Flávio - Física
Apresentações usadas em sala pelo prof. Flavio
Segue em anexo as apresentações usadas em sala de aula nas turmas do 1º ano (Relatividade de Galileu)
1º Ano - http://www.4shared.com/file/qt2ZZqD6/Relatividade_de_galileu_-_1ano.html
1º Ano - http://www.4shared.com/file/qt2ZZqD6/Relatividade_de_galileu_-_1ano.html
Simulador da corrida de vetores
Segue um programa que simula a corrida de vetores. Vale apena conferir.
Preconceito Linguístico
Entende-se como preconceito linguístico o julgamento depreciativo contra determinadas variedades linguísticas. Segundo outros linguísticos é o julgamento depreciativo, desrespeitoso e consequentemente humilhante geralmente atingindo as varias sociedades a grupos de menor prestigio social.
Por exemplo, o modo como à fala nordestina é retratada nas novelas de televisão, principalmente da Rede Globo. Todo personagem de origem nordestina é, sem exceção, um tipo grotesco, rústico, atrasado, criado para provocar o riso, o escárnio e o deboche dos demais personagens e do espectador. No plano linguístico, atores não nordestinos expressam-se num arremedo de língua que não é falada em lugar nenhum no Brasil, muito menos no Nordeste. Costumo dizer que aquela deve ser a língua do Nordeste de Marte! Mas nós sabemos muito bem que essa atitude representa uma forma de marginalização e exclusão.
O preconceito linguístico se baseia na crença de que só existe uma única língua portuguesa digna deste nome e que seria a língua ensinada nas escolas, explicada nas gramáticas e catalogadas nos dicionários.
Por exemplo, o modo como à fala nordestina é retratada nas novelas de televisão, principalmente da Rede Globo. Todo personagem de origem nordestina é, sem exceção, um tipo grotesco, rústico, atrasado, criado para provocar o riso, o escárnio e o deboche dos demais personagens e do espectador. No plano linguístico, atores não nordestinos expressam-se num arremedo de língua que não é falada em lugar nenhum no Brasil, muito menos no Nordeste. Costumo dizer que aquela deve ser a língua do Nordeste de Marte! Mas nós sabemos muito bem que essa atitude representa uma forma de marginalização e exclusão.
O preconceito linguístico se baseia na crença de que só existe uma única língua portuguesa digna deste nome e que seria a língua ensinada nas escolas, explicada nas gramáticas e catalogadas nos dicionários.
Variações linguísticas
Toda língua possui variações linguísticas. Elas podem ser entendidas por meio de sua história no tempo (variação histórica) e no espaço (variação regional). As variações linguísticas podem ser compreendidas a partir de três diferentes fenômenos.
1) Em sociedades complexas convivem variedades linguísticas diferentes, usadas por diferentes grupos sociais, com diferentes acessos à educação formal; note que as diferenças tendem a ser maiores na língua falada que nalíngua escrita;
2) Pessoas de mesmo grupo social expressam-se com falas diferentes de acordo com as diferentes situações de uso, sejam situações formais, informais ou de outro tipo;
3) Há falares específicos para grupos específicos, como profissionais de uma mesma área (médicos, policiais, profissionais de informática, metalúrgicos, alfaiates, por exemplo), jovens, grupos marginalizados e outros. São as gírias e jargões.
Assim, além do português padrão, há outras variedades de usos da língua cujos traços mais comuns podem ser evidenciados abaixo.
Uso de “r” pelo “l” em final de sílaba e nos grupos consonantais: pranta/planta; broco/bloco.
Alternância de “lh” e “i”: muié/mulher; véio/velho.
Tendência a tornar paroxítonas as palavras proparoxítonas: arve/árvore; figo/fígado.
Redução dos ditongos: caxa/caixa; pexe/peixe.
Simplificação da concordância: as menina/as meninas ou as mina.
Uso do pronome pessoal tônico em função de objeto (e não só de sujeito): Nós pegamos “ele” na hora.
Assimilação do “ndo” em “no”( falano/falando) ou do “mb” em “m” (tamém/também).
Desnasalização das vogais postônicas: home/homem.
Redução do “e” ou “o” átonos: ovu/ovo; bebi/bebe.
Redução do “r” do infinitivo ou de substantivos em “or”: amá/amar; amô/amor.
Simplificação da conjugação verbal: eu amo, você ama, nós ama, eles ama.
Variações regionais: os sotaques
Se você fizer um levantamento dos nomes que as pessoas usam para a palavra "diabo", talvez se surpreenda. Muita gente não gosta de falar tal palavra, pois acreditam que há o perigo de evocá-lo, isto é, de que o demônio apareça. Alguns desses nomes aparecem em o "Grande Sertão: Veredas", Guimarães Rosa, que traz uma linguagem muito característica do sertão centro-oeste do Brasil:
Demo, Demônio, Que-Diga, Capiroto, Satanazim, Diabo, Cujo, Tinhoso, Maligno, Tal, Arrenegado, Cão, Cramunhão, O Indivíduo, O Galhardo, O pé-de-pato, O Sujo, O Homem, O Tisnado, O Coxo, O Temba, O Azarape, O Coisa-ruim, O Mafarro, O Pé-preto, O Canho, O Duba-dubá, O Rapaz, O Tristonho, O Não-sei-que-diga, O Que-nunca-se-ri, O sem gracejos, Pai do Mal, Terdeiro, Quem que não existe, O Solto-Ele, O Ele, Carfano, Rabudo.
Drummond de Andrade, grande escritor brasileiro, que elabora seu texto a partir de uma variação linguística relacionada ao vocabulário usado em uma determinada época no Brasil.
Antigamente
"Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio."
Como escreveríamos o texto acima em um português de hoje, do século 21? Toda língua muda com o tempo. Basta lembrarmos que do latim, já transformado, veio o português, que, por sua vez, hoje é muito diferente daquele que era usado na época medieval.
Língua e status
Nem todas as variações linguísticas têm o mesmo prestígio social no Brasil. Basta lembrar de algumas variações usadas por pessoas de determinadas classes sociais ou regiões, para perceber que há preconceito em relação a elas.
Uma certa tradição cultural nega a existência de determinadas variedades linguísticas dentro do país, o que acaba por rejeitar algumas manifestações linguísticas por considerá-las deficiências do usuário. Nesse sentido, vários mitos são construídos, a partir do preconceito linguístico.
1) Em sociedades complexas convivem variedades linguísticas diferentes, usadas por diferentes grupos sociais, com diferentes acessos à educação formal; note que as diferenças tendem a ser maiores na língua falada que nalíngua escrita;
2) Pessoas de mesmo grupo social expressam-se com falas diferentes de acordo com as diferentes situações de uso, sejam situações formais, informais ou de outro tipo;
3) Há falares específicos para grupos específicos, como profissionais de uma mesma área (médicos, policiais, profissionais de informática, metalúrgicos, alfaiates, por exemplo), jovens, grupos marginalizados e outros. São as gírias e jargões.
Assim, além do português padrão, há outras variedades de usos da língua cujos traços mais comuns podem ser evidenciados abaixo.
Uso de “r” pelo “l” em final de sílaba e nos grupos consonantais: pranta/planta; broco/bloco.
Alternância de “lh” e “i”: muié/mulher; véio/velho.
Tendência a tornar paroxítonas as palavras proparoxítonas: arve/árvore; figo/fígado.
Redução dos ditongos: caxa/caixa; pexe/peixe.
Simplificação da concordância: as menina/as meninas ou as mina.
Uso do pronome pessoal tônico em função de objeto (e não só de sujeito): Nós pegamos “ele” na hora.
Assimilação do “ndo” em “no”( falano/falando) ou do “mb” em “m” (tamém/também).
Desnasalização das vogais postônicas: home/homem.
Redução do “e” ou “o” átonos: ovu/ovo; bebi/bebe.
Redução do “r” do infinitivo ou de substantivos em “or”: amá/amar; amô/amor.
Simplificação da conjugação verbal: eu amo, você ama, nós ama, eles ama.
Variações regionais: os sotaques
Se você fizer um levantamento dos nomes que as pessoas usam para a palavra "diabo", talvez se surpreenda. Muita gente não gosta de falar tal palavra, pois acreditam que há o perigo de evocá-lo, isto é, de que o demônio apareça. Alguns desses nomes aparecem em o "Grande Sertão: Veredas", Guimarães Rosa, que traz uma linguagem muito característica do sertão centro-oeste do Brasil:
Demo, Demônio, Que-Diga, Capiroto, Satanazim, Diabo, Cujo, Tinhoso, Maligno, Tal, Arrenegado, Cão, Cramunhão, O Indivíduo, O Galhardo, O pé-de-pato, O Sujo, O Homem, O Tisnado, O Coxo, O Temba, O Azarape, O Coisa-ruim, O Mafarro, O Pé-preto, O Canho, O Duba-dubá, O Rapaz, O Tristonho, O Não-sei-que-diga, O Que-nunca-se-ri, O sem gracejos, Pai do Mal, Terdeiro, Quem que não existe, O Solto-Ele, O Ele, Carfano, Rabudo.
Drummond de Andrade, grande escritor brasileiro, que elabora seu texto a partir de uma variação linguística relacionada ao vocabulário usado em uma determinada época no Brasil.
Antigamente
"Antigamente, as moças chamavam-se mademoiselles e eram todas mimosas e muito prendadas. Não faziam anos: completavam primaveras, em geral dezoito. Os janotas, mesmo sendo rapagões, faziam-lhes pé-de-alferes, arrastando a asa, mas ficavam longos meses debaixo do balaio."
Como escreveríamos o texto acima em um português de hoje, do século 21? Toda língua muda com o tempo. Basta lembrarmos que do latim, já transformado, veio o português, que, por sua vez, hoje é muito diferente daquele que era usado na época medieval.
Língua e status
Nem todas as variações linguísticas têm o mesmo prestígio social no Brasil. Basta lembrar de algumas variações usadas por pessoas de determinadas classes sociais ou regiões, para perceber que há preconceito em relação a elas.
Uma certa tradição cultural nega a existência de determinadas variedades linguísticas dentro do país, o que acaba por rejeitar algumas manifestações linguísticas por considerá-las deficiências do usuário. Nesse sentido, vários mitos são construídos, a partir do preconceito linguístico.
Empréstimos linguísticos
Os empréstimos linguísticos ocorrem devido ao fato da junção de culturas diferentes, de tal maneira há existir até mesmo dentro de apenas um estado, podendo ocorrer também de outras maneiras como, por exemplo:
1- Empréstimos linguísticos culturais: várias línguas entram em contato com a nossa deixando vestígios. Por exp.: A língua inglesa, espanhola...•.
2-Empréstimo linguístico íntimo: expressões pertencentes a outros dialetos que de alguma maneira são introduzidos às expressões do nosso cotidiano, porem ficam restrita a apenas uma região (Que só eles que falam numa só região).
3-Empréstimos dialetais: uma expressão de um dialeto introduzido às nossas expressões diárias após de algum tempo introduzidas a nossa língua, porem sofrem modificações durante o processo.
Exemplos de empréstimos linguísticos no Brasil:
Indianismo: Cupuaçu,abacaxi,carapanã...
Africanos: Macumba,Mocotó,caxumba,jiló,banana,zebra,girafa...
Outros como os do inglês.
Influência do inglês em nossa linha:
Tanto no Brasil como em outros países, inclusive desenvolvidos, é significativa a quantidade de expressões originarias da língua inglesa introduzidas a outros dialetos, essas expressões foram desenvolvidas em sua maioria em território norte-americano espalhando-se por todo o mundo de maneira rápida, isso se deu grassas a rápida informatização impulsionada pelo mesmo. Podemos citar como exemplo deste fato as expressões: backup, e-mail, CD, DVD, notebook, Print Screen, Caps Lock, dentre outros.
O processo de empréstimo linguístico ocorre devido ao fato de inexistência de expressões na língua que toma emprestado o termo, como ocorreu com os termos da informatização, este processo pode ter inicio também (na maioria das vezes) como uma brincadeira de jovens, de tal maneira, meio instintivamente criam palavras novas baseadas em outras línguas, ou até mesmo de maneira correta, pelo extinto e necessidade de conteúdo novo para usufruir de tal forma a possibilitar um entretenimento e renovação maior em suas expressões cotidianas, levando maior dinâmica para conversas rotineiras antes monotomas e repetitivas sem mostrar caráter algum. Agora mostram a personalidade, porem são inúmeros os fatos que levam a existência dos empréstimos linguísticos.
“Não há, propriamente, uma língua predominante, que empresta sem tomar emprestado. Um povo ocidental ‘civilizado’, orgulhoso da superioridade da sua língua, pode nestas condições assimilar variados vocábulos de tribos ínfimas e selvagens. Comprova-o o inglês nas suas vicissitudes comerciais pelos sete mares do mundo”.
1- Empréstimos linguísticos culturais: várias línguas entram em contato com a nossa deixando vestígios. Por exp.: A língua inglesa, espanhola...•.
2-Empréstimo linguístico íntimo: expressões pertencentes a outros dialetos que de alguma maneira são introduzidos às expressões do nosso cotidiano, porem ficam restrita a apenas uma região (Que só eles que falam numa só região).
3-Empréstimos dialetais: uma expressão de um dialeto introduzido às nossas expressões diárias após de algum tempo introduzidas a nossa língua, porem sofrem modificações durante o processo.
Exemplos de empréstimos linguísticos no Brasil:
Indianismo: Cupuaçu,abacaxi,carapanã...
Africanos: Macumba,Mocotó,caxumba,jiló,banana,zebra,girafa...
Outros como os do inglês.
Influência do inglês em nossa linha:
Tanto no Brasil como em outros países, inclusive desenvolvidos, é significativa a quantidade de expressões originarias da língua inglesa introduzidas a outros dialetos, essas expressões foram desenvolvidas em sua maioria em território norte-americano espalhando-se por todo o mundo de maneira rápida, isso se deu grassas a rápida informatização impulsionada pelo mesmo. Podemos citar como exemplo deste fato as expressões: backup, e-mail, CD, DVD, notebook, Print Screen, Caps Lock, dentre outros.
O processo de empréstimo linguístico ocorre devido ao fato de inexistência de expressões na língua que toma emprestado o termo, como ocorreu com os termos da informatização, este processo pode ter inicio também (na maioria das vezes) como uma brincadeira de jovens, de tal maneira, meio instintivamente criam palavras novas baseadas em outras línguas, ou até mesmo de maneira correta, pelo extinto e necessidade de conteúdo novo para usufruir de tal forma a possibilitar um entretenimento e renovação maior em suas expressões cotidianas, levando maior dinâmica para conversas rotineiras antes monotomas e repetitivas sem mostrar caráter algum. Agora mostram a personalidade, porem são inúmeros os fatos que levam a existência dos empréstimos linguísticos.
“Não há, propriamente, uma língua predominante, que empresta sem tomar emprestado. Um povo ocidental ‘civilizado’, orgulhoso da superioridade da sua língua, pode nestas condições assimilar variados vocábulos de tribos ínfimas e selvagens. Comprova-o o inglês nas suas vicissitudes comerciais pelos sete mares do mundo”.
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